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Vinhos argentinos da CadusWines e Nieto Senetiner

No dia 12 de março, o Blog Vinho Tinto participou da degustação dos vinhos argentinos da Cadus Wines e Nieto Senetiner, organizado pela importadora Porto a Porto, na Adega Almeida. O evento contou com a presença de Marcos Auad, embaixador de ambas as marcas.

Bianca Dumas (Blog Vinho Tinto) e Marcos Auad (embaixador da Cadu Wines e da Nieto Senetiner)

Sobre a Nieto Senetiner

A história da Bodega se inicia em 1888 quando imigrantes italianos plantaram as primeiras vinhas em Vistalba, Luján de Cuyo, em Mendoza. Em 1969, ela foi adquirida pelas famílias Nieto e Senetiner, que foram responsáveis pela expansão da marca. Em 1998, passou a fazer parte do Grupo de Negócios da Molinos Río de la Plata.

Sobre a Cadus Wines

Cadus era o nome em latim das ânforas que armazenavam os vinhos especiais e limitados na Roma antiga. Seguindo essa ideia, foi criado o vinho CADUS, ícone da Nieto Senetiner. Após 20 anos de sucesso, a Cadus se tornou uma adega independente, responsável pela produção de vinhos autorais perto na zona da pré-cordilheira dos Andes.

Durante o evento, Marcos Auad apresentou a história das vinícolas e conduziu a degustação de seis vinhos: Cadus Appellation Vista Flores Chardionnay 2016 (R$ 119); Cadus Signature Criolla 2017 (R$ 134); Nieto Senetiner Bonarda 2017 (R$ 56); Nieto Senetiner Malbec 2013 (R$ 65); Cadus Appelletion Cabernet Sauvignon 2016 (R$ 119) ; e Don Nicanor Malbec Barrel Select 2014 (R$ 158).

Vou falar aqui dos vinhos que mais gostei.

Destaques

O Cadus Appellation Vista Flores Chardonnay 2016 estava muito bom! Apresentou boa intensidade aromática e notas de maçã verde, pera, limão. Vinho muito fresco e mineral. Em boca, além dos aromas já citados, foi possível perceber baunilha, o que demonstra sua passagem por barricas (50% do vinho é fermentado e envelhecido entre 8 e 12 meses em carvalho francês), no entanto, ela não se sobrepõe às demais características do vinho. Acidez média mais e corpo médio. O final é persistente.

Cadus Signature Criolla 2017 foi uma grata surpresa, tendo em vista que a Criolla não é uma uva muito conhecida! É o tipo de vinho leve, fácil de beber. Muitas frutas vermelhas e negras frescas. Foi possível perceber cerejas, cassis e um leve toque de temperos, mas nada muito verde. A acidez é média alta e os taninos são médios, mas bem suaves. O final é persistente. Vinho descontraído para beber em uma tarde com amigos. Bem agradável!

Sobre a Criolla Chica

Sobre a variedade Criolla Chica (Argentina) também é conhecida como Litán Prieto ou País (Chile). Nativa da Espanha, quase não é mais cultivada lá, mas ainda pode ser encontrada nas Ilhas Canárias e principalmente em alguns países da Ámerica, como Estados Unidos (onde é chamada de Mission), Chile, Argentina e Peru (conhecida como Corriente). Produz vinhos leves e claros!

 

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