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Os principais produtores de vinho da Califórnia, por meio do Instituto do Vinho, que representa mais de 1.000 empresas associadas, divulgaram uma nota oficial qualificando como improcedente a ação judicial promovida em Los Angeles que acusa vários vinhos de baixo custo produzidos no estado de estarem contaminados com níveis perigosos de arsênico.

A nota afirma que a acusação é falsa e enganosa e que todos os vinhos vendidos no mercado norte-americano são seguros e livres de risco. “O arsênico é frequentemente encontrado no meio ambiente natural, ar, solo, água e comida. Não há nenhuma pesquisa que mostre que os valores encontrados no vinho representam um risco para a saúde dos consumidores”, informa o comunicado.

O processo alega que certos vinhos contêm níveis inseguros de arsênico com base no limite estabelecido pela Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA) para a água potável – 10 partes por bilhão (ppb). Entretanto, conforme o Instituto do Vinho, não há base científica para a aplicação do mesmo padrão utilizado para água potável (EPA) no vinho.

Mesmo o governo dos EUA não tendo publicado um limite para o arsênico em vinho, existem vários países, incluindo Canadá, Japão e União Europeia que já estabeleceram esses limites e eles variam de 100ppb até 1000ppb – de 10 a 100 vezes o nível da EPA para a água potável e o os produtores da Califórnia garantem que as exportações dos seus vinhos são testados por esses governos e estão sempre abaixo dos limites estabelecidos.

Ao final da nota, o Instituto do Vinho da Califórnia afirma:

Estamos preocupados que a campanha de publicidade irresponsável possa assustar o público a pensar que o vinho da Califórnia não é seguro para consumo, algo manifestamente falso. Vamos continuar a manter os consumidores, os meios de comunicação e da indústria informados.

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