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A Associação internacional de Sommeliers (Association de la Sommellerie Internationale – ASI) está promovendo em parceria com Belgian Sommeliers Guild o concurso para encontrar o melhor sommelier do mundo. Durante a competição, 65 sommeliers de 62 países disputam pelo título este ano. A competição ocorre a cada três anos e este ano a ele irá ocorrer junto às comemorações de 50 anos da criação da ASI, criada em junho de 1969 na cidade francesa de REIMS. A ASI foi criada com o intuito de coordenar, treinar e aperfeiçoar estes profissionais ao redor do mundo.

Diego Arrebola, representante do Brasil no concurso (Arquivo Pessoal)

Cada participante precisa ter vencido as provas regionais e a nacional para poder participar da prova mundial. O sommelier Diego Arrebola foi o representante do Brasil na concurso, onde participou de uma competição que por três dias, avalia os participantes em provas escritas, servindo os juízes e por último, degustação às cegas. Os juízes levam em consideração o conhecimento, não só de vinho, mas de cervejas, saques, cafés, destilados, chás e até mesmo águas. (sim, água! Ficou curioso, clique aqui e saiba mais sobre o assunto).

Não foi dessa vez 🙁

É a terceira vez que Arrebola, atualmente com 37 anos, participou deste concurso. A estreia dele foi no Japão, em 2013 e depois na Argentina, em 2016. Diego está no ramo desde 2004 e é formado pela Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-Campinas), pela Associazione Italiana e pela Court of Master Sommeliers Americas. Já foi sommelier no Olivetto Restaurante assim como no Pobre Juan e  hoje em dia dedica seu tempo na EntreCopos, uma parceria com o sommelier Gabriele Frizon, onde oferece serviços, palestras, consultorias entre outros. Todo o tempo livre que tem, ele diz, aproveita para estudar, cada viagem para aprender mais e sabe que esta competição exige muito dos participantes. E muitos conseguem se dedicar exclusivamente para a competição. Segue abaixo mensagem escrita por Arrebola em seu Facebook.

Diego Arrebola: Demos o melhor, mas temos mais para dar e assim o faremos! Voltamos em 2022

“Infelizmente não conseguimos seguir adiante. As diferenças na preparação e estrutura são grandes, mas isso não é desculpa. Demos o melhor, mas temos mais para dar e assim o faremos! Voltamos em 2022. Até lá, meu muito obrigado a todos que apoiaram e torceram. Cada um de vocês foi fundamental nessa caminhada, que ainda não acabou.”

Os 19 selecionados para a 2ª parte da competição são do Japão (dois candidatos), Canadá, Letônia, Lituânia, Romênia, Servia, Polônia, Austrália, Nova Zelândia, Rússia, Argentina, Suécia, Alemanha, Dinamarca, Irlanda, França, China, Bélgica.

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