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Confraria Franciscana na primeira reunião do ano: degustação de variados e excelentes vinhos!

Ontem participei da primeira reunião da Confraria Franciscana realizada este ano. Dessa vez o encontro aconteceu na Enoteca Decanter de Brasília, na 208 Sul, tendo como anfitrião o gerente comercial da loja, José Filho Anjos. Cada confrade levou um vinho de sua preferência e, por isso, degustamos exemplares dos Estados Unidos, Chile, França, Portugal, Espanha – todos excelentes. Vou falar um pouquinho dos que mais gostei:

Espumante Raventós i Blanc

Primeiramente começamos com o espumante Raventós i Blanc de Nit 2012 (R$191) – Até pouco tempo esse espumante era chamado de cava, mas com a popularização do nome cava e, consequentemente, com a preocupação dos respectivos produtores em valorizar o terroir e o metódo de produção empregado, a antiga Denominação de Origem foi deixada e o respectivo rótulo passou a ostentar o nome de uma pequena área geográfica: “Conca del Riu Anoia”. Um espumante maravilhoso com muitas notas frutadas, bem fresco e com notas marcantes de brioche.

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O espumante Raventós i Blanc de Nit  abriu os trabalhos da Confraria Franciscana em alto estilo

Chateau Montelena e Clos du Val

Em seguida, apreciamos dois vinhos especiais produzidos no Napa Valley (Califórnia): o Chardonnay Chateau Montelena (R$625) e o Cabernet Sauvignon Clos du Val. O primeiro gerou muita expectativa por ser o vinho vencedor do famoso “Julgamento de Paris”. No entanto, apesar de ser um bom vinho, não surpreendeu os confrades. Com muito toque de madeira, estava bem amanteigado, ao estilo dos típicos Chardonnays americanos. Já o segundo foi considerado um grande vinho quase que de forma unânime. Muito complexo, apresentou notas bem diferenciadas que evoluíam e se transformavam na taça. Frutas negras, café, baunilha, pimenta. Na boca, muito intenso e com final levemente adocicado.

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Chateau Montelena 2012: vinho bom, mas não surpreendeu!
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Clos du Vala Cabernet Sauvignon 2012: agradou de forma quase unânime!

Chateau Chevaliers Lagrezette

O Chateau Chevaliers Lagrezette Malbec 2005 (R$200) é oriundo da terra natal da uva que o compõe: Cahors, na França. Ótimo corpo, persistência, misto de frutas vermelhas e negras (mas não maduras) e final longevo. A madeira estava evidente no vinho, mas também harmônica com a bebida. Em suma, um vinho robusto e bem diferente dos Malbecs do Novo Mundo ao qual estamos acostumados a beber aqui no Brasil. Acho que ainda dura tranquilamente mais uns 10 anos.

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Chateau Chevaliers Lagrezette – um malbec diferente do que estamos acostumados no Brasil

Bem, em suma, foi isso. Quem tiver a oportunidade de apreciar os vinhos descritos aqui não irá se arrepender. O Raventós i Blanc e Chateau Chevaliers Lagrezette são vendidos na Enoteca Decanter, já o Chateau Montelena e o Clos du Val podem ser encontrados na Smart Buy Wines.

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